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Se a alimentação diária não for suficiente para produzir todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo, os complexos multivitamínicos podem ajudar. Dentre os benefícios oferecidos pelas substâncias, as pílulas associam as vitaminas e os minerais com probióticos, que influenciam positivamente no sistema imunológico, aumentam o número de bactérias benéficas no corpo e facilitam a absorção dos nutrientes vindos dos alimentos.

Apesar desses benefícios, há muitas questões relacionadas aos multivitamínicos que ainda deixam dúvidas nos consumidores:

1. Crianças, gestantes e nutrizes não podem tomar multivitamínicos. MITO Pelo contrário. Principalmente durante a gravidez e no período de amamentação — quando há um aumento na demanda de nutrientes — a ingestão de multivitamínicos e importante, uma vez que estimula o crescimento do feto e a produção de leite materno. Em relação às crianças, se a alimentação não for suficiente para que todos os nutrientes sejam absorvidos, os suplementos podem ser ingeridos para suprir essa falta sem causar problemas no desenvolvimento dos pequenos.

2. Consumir o produto realmente dá mais energia e ânimo. VERDADE A atuação das vitaminas é essencial para as reações metabólicas do organismo — principais responsáveis pela liberação de energia. Elas também interferem na recuperação muscular e, consequentemente, evitam a fadiga — aquele cansaço que gera desânimo no dia a dia. Quando ingeridos, os probióticos ajudam na reposição de nutrientes e dão a sensação de maior ânimo para a realização de atividades

3. Posso substituir minha alimentação por um multivitamínico. MITO Os complexos multivitamínicos não são suficientes para substituir uma refeição. Como o próprio nome já diz, eles são um complemento à alimentação, suprindo nutrientes não fornecidos pelos alimentos consumidos. Ao fazer uma refeição completa e balanceada, ocorre a ingestão de macronutrientes como carboidratos, proteínas e lipídeos, além de micronutrientes — as vitaminas e os minerais —, que não podem de forma alguma serem deixados de lado.

4. Tudo bem tomar vitaminas sem orientação médica. VERDADE Não é necessária a orientação médica para o consumo de vitaminas e minerais. No entanto, a regra não se estende a gestantes, idosos e crianças que tenham algum problema de saúde: nesses casos, é importante que um médico seja consultado para indicar qual seria a melhor formulação de suplemento para o caso.

5. Os multivitamínicos engordam. MITO A maioria dos multivitamínicos não têm calorias nem açúcares e é composta basicamente por minerais e vitaminas. Eles também não têm efeito no apetite, portanto não influenciam no peso.

6. Esportistas devem utilizar. VERDADE A maioria dos atletas tem dificuldade de suprir a demanda de nutrientes por causa da alta queima calórica decorrente dos exercícios físicos. Além disso, muitos não conseguem absorver a quantidade necessária dos componentes para o bom funcionamento do organismo, o que pode ser amenizado com os multivitamínicos. Os probióticos facilitam a homeostase e a absorção desses nutrientes, dando mais energia ao atleta e evitando o desenvolvimento de doenças.

7. Mesmo com boa alimentação é necessária a suplementação. MITO Se houver um acompanhamento nutricional para que sejam feitas dietas ricas nesses nutrientes, não será necessário o uso dos multivitamínicos, uma vez que essas pessoas conseguirão atingir a necessidade diária de componentes necessários. No entanto, segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope, duas em cada três pessoas não consomem seis porções de frutas e verduras por dia — as principais fontes de vitaminas e minerais —, o que torna a demanda por suplementos maior.

8. Posso tomar todos os dias. VERDADE A reposição de vitaminas, probióticos e minerais deve ser diária, e não de forma isolada. Desta forma, garante-se um estoque adequado desses nutrientes, essenciais para o equilíbrio da flora intestinal.




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Como o nome já diz, a osteoporose é uma doença que deixa o osso poroso. Na maioria das vezes, ela é resultado do envelhecimento — quando deixamos de ter os hormônios necessários para estimular a formação óssea. Os ossos ficam mais finos, perdendo a conectividade entre as trabéculas devido à maior remoção de ossos do que formação.

Segundo a Dra. Pérola Grinberg Plapler, Diretora da Divisão de Medicina Física do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina da USP (IOT-HC-FMUSP) , a osteoporose também acontece em consequência de algumas doenças e imobilidade — caso a pessoa não faça nenhuma atividade física, ela tem maior risco de desenvolver a doença.


Saiba quais são os principais sintomas da osteoporose


É preciso ressaltar que a osteoporose é considerada uma doença silenciosa. Seu principal sintoma é a dor que ocorre pelas fraturas. Por isso, é importante prestar atenção aos seguintes sintomas, que podem indicar microfraturas principalmente da coluna:

diminuição da estatura (em média 2 ou 3 centímetros de altura);postura encurvada;dor nos ossos e nas articulações;fragilidade óssea;fraturas por compressão vertebral;dor na região lombar.


Avalie como é feito o diagnóstico da osteoporose


Muitas vezes, o diagnóstico da osteoporose só é feito quando o paciente fratura algum osso, como o quadril ou coluna.

Os pacientes que fazem controle mais frequente junto ao médico também podem realizar o diagnóstico por meio da densitometria, um exame que mostra exatamente quanto a pessoa perdeu de massa óssea e que, associado ao FRAX, pode dizer qual o risco de fraturas nos próximos anos.


Veja quais são os principais riscos para as costas: a osteoporose na coluna


O grande problema da osteoporose é quando, por causa dos ossos mais frágeis, eles começam a quebrar. As microfraturas são fraturas pequenas e que muitas vezes passam completamente despercebidas. As fraturas mais sintomáticas acontecem por um trauma, como quedas ou por carregar objetos pesados.

Além disso, a coluna é um dos principais locais onde acontecem as fraturas. A osteoporose na coluna leva a microfraturas das vértebras e, por isso, elas ficam mais achatadas (principalmente na região anterior), deixando as pessoas cada vez mais corcundas.

Nas quedas ou nos esforços também pode haver fraturas da coluna, sendo muito dolorosas. Nesse caso, o paciente normalmente faz o uso de vários medicamentos e de coletes ortopédicos para melhorar a dor e também para estabilizar a coluna. Dependendo da fragilidade causada pela osteoporose, um simples espirro ou tosse consegue causar uma fratura da coluna.

A fratura da coluna e a alteração da postura devido às microfraturas acarretam dores musculares importantes, causando desconfortos que podem se cronificar.


Saiba como pode acontecer a evolução da osteoporose


A osteoporose pode causar dores crônicas, perda da independência, deformidade e aumento da mortalidade. Estudos avaliaram que 50% das mulheres e 20% dos homens acima de 50 anos sofrem fraturas osteoporóticas ao longo da vida.

Além disso, aproximadamente 5% dos pacientes internados por fraturas no quadril falecem, 12% morrem nos 3 meses subsequentes à fratura e 20% morrem no ano seguinte ao da fratura. Portanto, é essencial buscar ajuda médica para acompanhar e evitar a evolução da doença.


Veja como é possível prevenir e tratar a doença


De acordo com a Dra. Pérola Grinberg Plapler, há um tripé de prevenção da osteoporose:

fazer atividades físicas;ingerir alimentos ricos em cálcio ou fazer suplementação de cálcio;expor-se com cuidado ao sol ou fazer suplementação de vitamina D.

E, quando já tem osteoporose, deve-se iniciar o uso de medicação específica que aumente a produção ou impeça a remoção de osso, aumentando a massa óssea.


  • Atividades físicas


Os exercícios físicos são importantes porque preservam ou aumentam a densidade mineral óssea, além de ajudar a prevenir quedas causadas pelas alterações no equilíbrio ou diminuição da força muscular.

As atividades físicas que mais ajudam na prevenção da osteoporose são: caminhada, dança, subir escadas, pilates, hidroginástica, natação e musculação. É importante investir em exercícios de alto impacto (por exemplo: correr, saltar ou praticar ginástica aeróbica) e também de flexão e torção (tais como: tênis, boliche, golfe e yoga).

No entanto, é fundamental estar sempre acompanhado de um profissional de Educação Física para ter a certeza de fazê-los corretamente. Ao contrário, isso pode prejudicar a sua saúde.


  • Alimentação rica em cálcio e vitamina D


Investir em uma alimentação saudável, rica em cálcio e vitamina D ajuda a prevenir a osteoporose. O cálcio é muito importante para a formação dos nossos ossos e ele está presente no leite, iogurtes e queijos e em várias folhas verdes. No entanto, o mais bem absorvido é o derivado de leite. Para os que têm intolerância, já existem disponíveis nos supermercados, várias marcas sem lactose.

A melhor fonte de vitamina D é, sem dúvida, o sol. Pode ser encontrada também, em pequenas quantidades na gema do ovo, sardinhas, salmão, bife de fígado, cogumelo e atum, além de vegetais, como couve, brócolis, espinafre, agrião e couve-flor.


  • Medicamentos para pessoas que já têm osteoporose


Quando o paciente já tem a osteoporose, o médico pode indicar tratamentos com medicamentos (formadores ou antireabsortivos, reposição hormonal, cálcio e vitamina D e outros). Vale ressaltar que eles não curam a doença, mas ajudam na prevenção e são fundamentais no tratamento, evitando as fraturas.


Fonte: Equipe salvape - www.salvape.com.br



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Praticar atividade física é uma das formas de prevenir o problema. Se não tratadas, as varizes podem levar a complicações mais graves, como a trombose.


Varizes são veias dilatadas e deformadas que surgem quando, por algum motivo, o sangue que chega às pernas não consegue retornar ao coração. Elas incomodam por dois motivos. O estético, já que podem ter coloração avermelhada (que são os vasinhos, característicos da fase inicial do problema) ou até azulada (em casos mais avançados), além de serem saltadas em alguns casos. A segunda razão são os seus sintomas, que incluem inchaço e sensação de desconforto e cansaço nas pernas.


Mulheres são as principais afetadas pelo problema, e o mais comum é que ele apareça após os 30 anos. Parte da explicação está no fato de os hormônios femininos, estrogênio e progesterona, dilatarem e enfraquecerem os vasos sanguíneos. Com isso, as veias têm maior dificuldade em bombear o sangue para o coração, favorecendo o surgimento de varizes. A gravidez também aumenta as chances do problema, já que o peso do feto prejudica o fluxo sanguíneo.

Risco – A genética é um fator importante para o surgimento de varizes. Por isso, recomenda-se que pessoas com histórico do problema na família façam prevenção do problema o quanto antes. O uso de meias de compressão e a prática de exercícios físicos, por exemplo, ajudam a reduzir o risco de varizes, segundo com Julio Cesar Peclat de Oliveira, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro (SBACV-RJ).

A prevenção de varizes também pode ser feita evitando fatores que aumentam o risco do problema – entre eles, excesso de peso, tabagismo, uso frequente de sapatos desconfortáveis (muito planos, com salto alto e fino ou apertados, por exemplo) e sedentarismo.

“Ficar muito tempo parado, seja sentado ou em pé, dificulta o bombeamento do sangue de volta ao coração. O ideal é que, a cada hora em determinada posição, o indivíduo faça uma pequena caminhada ou exercite a sua panturrilha para ajudar na circulação do sangue”, diz Oliveira. Segundo o médico, quando a panturrilha se contrai, ela “espreme” as veias e estimula o sangue a subir em direção ao coração.


Tratamento – Se não tratadas corretamente, as varizes tendem a aumentar e alastrar-se pelas pernas. Além disso, quanto maior a progressão do problema, mais elevado o risco de trombose, formação de coágulos nos vasos e de insuficiência venosa profunda, que ocorre quando esses coágulos acometem veias responsáveis por levar o sangue ao coração.

Tratar varizes significa que elas devem ser retiradas – como são vasos que perderam sua elasticidade, não há formas de reverter o problema. “Uma veia que aparece hoje, se não tratada, nunca mais vai sumir”, diz o angiologista Eduardo Fávero, membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e da equipe de cirurgia vascular do Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro. Os métodos não cirúrgicos incluem aplicações de laser ou de medicamentos no interior dos vasos problemáticos, e são recomendados para fases inicias do problema. Já para as varizes esverdeadas e saltadas, indica-se a cirurgia para remoção da veia doente..


1. Evite ficar muito tempo na mesma posição

Permanecer muito tempo em pé ou sentado aumenta a pressão da gravidade sobre as veias das pernas, que passam a ter maior dificuldade em bombear o sangue dos membros para o coração, favorecendo o surgimento de varizes. Por isso, recomenda-se que a cada uma ou duas horas em determinada posição, o indivíduo caminhe por dois minutos. Uma alternativa é realizar um exercício simples para contrair a panturrilha, que consiste em levantar-se na ponta dos dedos pelo menos 15 vezes seguidas. Contraída, a panturrilha “espreme” as veias da perna, estimulando a subida do sangue para o coração.

2. Use sapatos confortáveis

Quando uma pessoa veste sapatos desconfortáveis – seja porque o salto é muito alto ou fino, porque são achatados demais ou então devido à numeração errada, por exemplo —, ela tende a pisar de forma errada. Isso prejudica o fluxo sanguíneo do sangue das pernas para o coração e favorece o acúmulo de sangue nos vasos, elevando o risco de varizes.


3. Pratique atividade física

Praticar atividade física fortalece a musculatura da panturrilha e a mantém em constante atividade de contração. Com isso, o sangue que irriga as pernas consegue voltar para o coração com maior facilidade, não ficando acumulado nos membros, que é a causa das varizes.


4. Use meias de compressão

As meias de compressão diminuem a pressão da gravidade sobre os vasos sanguíneos da perna, facilitando o bombeamento do sangue para o coração e aumentando a circulação no interior das veias. Consequentemente, elas ajudam a diminuir o inchaço e a sensação de cansaço nas pernas. No entanto, é preciso consultar um médico antes de utilizá-las, já que cada paciente necessita de tipos e tamanhos diferentes da meia.


5. Controle o seu peso

Após irrigar as pernas, o sangue precisa retornar ao coração e, nesse caminho, passa pelo abdome. Se há muita gordura acumulada nessa região, a pressão da gravidade sobre os vasos aumentam, o que dificulta o trajeto do sangue. “Se o sangue não consegue passar por essa etapa, ele começa a se acumular na perna, levando possivelmente às varizes”, explica o angiologista e cirurgião vascular Eduardo Fávero, do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.


6. Redobre a atenção com anticoncepcionais

Os anticoncepcionais contêm estrogênio ou progesterona, hormônios femininos que dilatam as veias e, por isso, dificultam fluxo sanguíneo das pernas para o coração. "Os hormônios enfraquecem a parede dos vasos, deixando-os mais flácidos e frágeis. Essas condições favorecem a formação das varizes", diz o cirurgião vascular Eduardo Fávero. Segundo o médio, mulheres que usam anticoncepcionais devem reforçar os métodos de prevenção contra varizes – ou seja, devem praticar atividade física, evitar cigarros e manter um peso saudável, por exemplo.

7. Abandone o cigarro

As substâncias presentes no cigarro, como a nicotina, aumentam a viscosidade sanguínea. Com isso, o bombeamento do sangue se torna mais difícil e o sangue tende a se acumular nas veias das pernas, provocando as varizes.


Por Patricia Orlando - Revista Veja


Gostou das dicas? Coloque em prática e cuide da saúde do seu corpo.



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